
Único.
Aconselho que deixe carregando a música Just A Dream - Nelly
saltou do carro e apertou o casaco contra o corpo. Olhou para o céu nublado, vendo as nuvens carregadas indicando que logo começaria a chover. Era irônico como o tempo estava compartilhando com seu humor naquele dia.
A rua estava vazia e silenciosa, quase assustadora, o que a fez atravessar mais apressadamente para a outra calçada, segurando a bolsa com uma firmeza apenas física. Ela temia que a qualquer momento pudesse fraquejar na sua decisão.
Caminhou calmamente até a entrada, sentindo seu coração acelerado. Mas não era por um bom motivo dessa vez. Ainda era por ele, mas não por um bom motivo. Abriu a porta, adentrando a casa quieta e iluminada pela pouca luz que penetrava das cortinas. Tudo ali parecia estar dormindo. A sala estaria impecavelmente arrumada se não fosse pela caixa vazia de pizza em cima de mesa de centro, junto com três garrafas de cerveja. Deixou seu casaco e bolsa em cima do sofá, seguindo para escada.
Empurrou à porta, e no minuto seguinte, seus olhos pararam na silhueta de , jogado na cama de bruços sem camisa com o lençol cobrindo seu corpo da cintura pra baixo, o rosto escondido pelo travesseiro, a respiração baixa e lenta... Quantas e quantas vezes ela o observara dormir? Era um dos seus hobbies prediletos. Perdera às vezes em que o encontrava daquele jeito e se sem pensar, deitava ao seu lado, sendo envolvida pelos braços fortes de .
Mas não era para fazer isso que ela estava ali, era? Não, não era. Não era o momento certo para deixar seus sentimentos tomarem conta da parte racional. precisava ser firme até o fim.
Sentou na ponta da cama e tirou o travesseiro do rosto de , para que pudesse despertá-lo. Acariciou o rosto dele e massageou seu couro cabelo, ouvindo alguns muxoxos em pouco tempo.
- Hm... ? ele soltou mais um muxoxo, sorrindo. Não precisava abrir os olhos para saber quem fazia carinho em sua cabeça. era o tipo de mulher que marcava presença até mesmo quando não pretendia, ele mais do que ninguém sabia disso. Morria de ciúmes toda vez que um homem a olhava com segundas intenções, ou seja, sempre. ? Bom dia, minha linda.
- Bom dia, ? disse risonha vendo que ele demoraria mais para despertar. se mexeu um pouco, deitando no colo dela, finalmente abrindo os olhos.
- Pensei que você não viesse depois da nossa briga pelo telefone, mas fico feliz que você esteja aqui. Fiquei com saudade. ? ele olhou no fundo dos olhos dela, para que ela tivesse certeza que suas palavras eram verdadeiras. Ela sorriu de humor, deixando que ele notasse algo de diferente. ? O que foi?
- Precisamos conversar, você sabe ? ela respondeu, soltando um suspiro pesado. Sentia-se cansada. E não havia dúvidas de que a partir daquele momento, seu corpo não corresponderia da melhor maneira possível.
O coração de acelerou com o jeito que as palavras foram pronunciadas. Ele levantou de súbito, sentando na cama para encarar melhor. Ela queria conversar... Ele sabia que aquilo era um mau sinal. Como poderia ser
bom depois da briga horrível que tiveram no telefone? estava tensa, seu olhar estava distante, seus olhos sem brilho. Onde estava a mulher que ele amava?
Ele esperou que ela continuasse, mas como ela poderia prosseguir com seu plano tendo aqueles olhos fixos em si? Ela não poderia recuar logo agora.
- Acho melhor não nos vermos mais ? ela disse de uma vez, sem encará-lo de verdade.
Não era a melhor forma com que pretendia falar, mas era a mais fácil e rápida. Do que adiantava dizer seus motivos? Saiba o que viria a seguir: e suas desculpas, suas promessas de amor, seus beijos. Era sempre assim, ele sempre conseguia fazê-la esquecer dos momentos ruins, das crises. Ela não precisava esquecer porque simplesmente não queria esquecer. Seu limite havia estourado.
não sabia o que dizer.
O que ele diria? Que não estava preparado para perdê-la? Que ele era louco por ela? Que ele não aguentaria vê-la com outro? Era doentio imaginar que ela, a partir daquele momento, poderia dormir com outro. Mas do que ele estava reclamando? Ele sempre fizera isso, não? Mesmo sabendo que uma mulher incrível o amava. Mas que merda! Ele também a amava mesmo sendo um tremendo filho da puta! Ele também tinha um coração!
- Isso não é um assunto pra brincadeira ? ele disse levantando da cama para ir ao banheiro, fugindo como uma criança medrosa.
- Pareço estar brincando, ? Eu acho que não. - ela respondeu fria e calculista.
- De onde você tirou essa ideia, ? - ele perguntou saindo do banheiro com uma toalha de rosto nas mãos - Nós estamos bem assim! Você não vê? Não percebe que nosso relacionamento está indo bem?
- Mas que relacionamento?! - exclamou irritada. - Aquele em que você me liga quando quer, ficamos um, dois ou três dias juntos? - Mas que merda de relacionamento é esse? Eu quero alguém comigo todos os dias, e não apenas de segunda a quinta, pra você aproveitar seu final de semana com outras garotas! Eu não quero ser mais uma!
- Eu nunca te tratei como qualquer uma... Nunca - ele rebateu calmo. Se se exaltasse, a perderia de vez. - Mas você sempre soube, desde o começo, , eu nunca te prometi nada.
- Eu sei! Mas pensei que depois de todos esses meses, você mudaria! - disse a última parte mais para si mesma do que para ele. Sua voz começava a mudar por causa do bolo que se formara em sua garganta. - Eu acreditava na gente...
- Eu ainda acredito - se ajoelhou diante dela, segurando suas mãos delicadas.
- Não , não posso continuar esperando por você, não vale a pena. - ela recolheu as mãos e fungou. Odiou-se por ser fraca, por deixar que ele tivesse um efeito tão forte sobre si. - Por que eu deveria me privar de conhecer um cara que realmente goste de mim, se você não me leva a sério? Por que apenas eu preciso parar minha vida? É injusto!
Ele sabia que era, mas era egoísta demais para deixá-la livre!
- Pra que você quer conhecer outra pessoa se você sabe, e eu também, que eu sou a pessoa certa pra você? - levanta-se e senta ao seu lado, acariciando seu rosto delicadamente.
- Não estou pedindo pra você me pedir em casamento... - ela para pensando se deveria ou não continuar falando - Eu só quero que você seja meu, assim como eu sou só sua! - resmunga deixando uma lágrima solitária rolar de seu rosto.
- Então o que mais você quer de mim? - responde já perdendo um pouco de sua paciência - Eu sempre dou tudo o que você quer quando estamos juntos! Sempre! O que mais você quer de mim, ? Me responde! Quer que eu deixe de tudo e todos pra ficar com você e apenas isso? Quer que eu deixe de viver pra entrar em um relacionamento sério? Não é isso que você vai conseguir de mim!
respira fundo e olha para a cara espantada de , só assim percebendo a burrada que acabara de falar.
- Você-eeu... Esquece! - ela fala não contendo mais as lágrimas e saindo correndo do quarto, descendo as escadas sem se importar com o barulho que estava fazendo desta vez.
- ESPERA, ! - gritava desesperado tentando alcançar a garota, que já estava pegando suas coisas em cima do sofá e saindo com a chave do carro já na mão.
De tão nervosa que ela estava por estar tão próximo, se atrapalhara com a chave do carro, fazendo assim com que ele a alcançasse e a puxasse para si. Seus corpos próximos, seus olhares significativos, seus odores frescos se misturando em um só e seus lábios mais próximos ainda. Tudo lhe chamava a atenção, a quase fazendo esquecer o real motivo de querer sair dali o mais rápido possível: decepção. Balança a cabeça negativamente, em uma forma de tentar apagar de sua memória o que estava prestes a fazer, seca suas lágrimas com a manga da blusa e se afasta dele rapidamente.
- Me desculpa, . Não era aquilo que eu queria falar, eu... Me desculpe - abaixa a cabeça envergonhado. Ela limpa as poucas lágrimas que ainda derramava e respira fundo, apertando sua bolsa, reprimindo a vontade de desmoronar ali mesmo.
- Fica - ele pediu, manso. - Fica comigo, .
- Não posso. Cansei de sofrer por você. - diz, se afastando, deixando sozinho no hall.
abriu a porta com dificuldade, cambaleando pelo hall a procura do interruptor. Acendeu a luz, correndo os olhos pelo ambiente, observando a ruiva que estava encostada na parede, tão bêbada quanto ele, o encarando com um sorriso débil.
- Por que a gente não vai lá pra cima brincar um pouco? Eu tô tãaao animada - Megan sugeriu se pendurando no pescoço dele. fez uma careta, não gostando nenhum pouco da atitude dela. não era desse jeito. Mas por que ele estava pensando logo nela nesse momento?! Três meses! Três meses sem notícias suas!
Ele olhou para a escada, achando trabalho demais subir todos os degraus apenas por uma transa sem compromisso. E além de tudo, não queria aquele tipo de mulher na sua cama. O que ninguém sabia era que só ela poderia deitar na cama dele.
- Não, vamos ficar aqui mesmo - ele disse puxando Megan pela cintura, a imprensando na parede, a beijando na boca. Seus movimentos pareciam lentos por causa da bebida, mas mesmo assim continuou, pelo menos ela estava correspondendo bem. De forma agressiva e impaciente, se afastou, virando a garota para a parede, com a intenção de descer o vestido dela, quase arrebentando os botões, irritado por demorar tanto para vê-la nua.
Assim que conseguiu desabotoar tudo, deixou que o pano deslizasse pelo corpo dela e a virou para si, voltando a beijá-la, agradecendo mentalmente ela não ter optado por usar sutiã logo hoje, segurando um dos seios com força, apertando-o sem se importar se estava ou não machucando. Megan também não ligou, gemendo contra bola dele, excitada e bêbada, tirando a blusa de . Ela dedilhou seu tronco definido, suspirando por causa dos chupões fortes que recebia no pescoço
- Ai, que delícia! - ela gemeu segurando o membro rígido, mordendo o próprio lábio. Invertendo os lugares, ficou contra a parede, recebendo um beijo urgente antes de Megan.
Ele sentiu beijos serem distribuídos pelo seu peito e barriga, o arrepiando, já imaginando qual era a intenção da garota. Sua boxer foi puxada de uma vez só até seus pés e seu membro foi envolvido novamente pela mão de Megan. Ele olhou para baixo, encontrando com o olhar malicioso dela, que lambeu toda a sua extensão até alcançar a glande, o fazendo se contorcer e bater a cabeça de leve na parede. Quando ela colocou tudo dentro da boca, ele gemeu e segurou o cabelo dela, guiando da maneira que queria o vai-e-vem.
- ... - chamou por ela, apertando os olhos. Imediatamente os movimentos pararam e ele voltou a olhar para baixo, encontrando Megan com os olhos semicerrados.
- Do que você me chamou? - ela perguntou levantando, controlando a voz.
- De Megan, do mais eu te chamaria? - engoliu em seco, se achando um idiota por ter deixado seu desejo e saudade falar mais alto.
- Não, , você me chamou de ! - Megan disse com raiva.
- Desculpa! Aconteceu...
- Desculpa? Já é a segunda vez!
- Então vai embora, porra! - falou sem paciência. A culpa não era dele se não saia da sua cabeça!
- Ótimo! É isso que eu vou fazer! - ela disse colocando seu vestido, sem abotoá-lo - Eu não tenho que ficar aturando isso! Não mesmo! - ia dizendo enquanto catava sua sandália. - Sou muito melhor do que ela, pode apostar! Você vai se arrepender!
- Que seja! - ele revirou os olhos, indiferente. - Ninguém consegue ser melhor do que ela - falou mais para si mesmo do que para Megan, ignorando sua ultima frase.
- Há, apaixonado? Isso só pode ser piada! ? Megan riu antes de deixá-lo sozinho no hall, exatamente como fizera.
Exatamente como .
Dê play na música.
abriu os olhos, mas não se mexeu. Estava cansado. Mais uma noite mal dormida, mais sonhos com ela. Seu corpo, sua mente. Qualquer esforço parecia um movimento absurdo.
Ele estava um lixo.
I was thinking about her, thinking about me, thinking about us, what we gonna be?
(Eu estava pensando nela, pensando em mim, pensando em nós, o que nós vamos ser?)
Depois do que acontecera na noite passada ele percebeu que todas as mulheres que conseguia fácil, se perdiam com a mesma facilidade. Não que se importava com a Megan e qualquer outra do seu tipo, ele apenas não queria mais viver sozinho. Viver sem .
Deixá-la escapar foi o pior dos seus erros. Ele sabia que a amava desde o início, apenas não queria se prender a alguém, não queria ter que parar de se divertir com as outras. Mas agora ele sabia que não existiam outras... Era só ela que importava.
I was at the top and I was like I'm at the basement
(Estava no topo e era como se eu estivesse no porão)
Sem ter notícias suas, sem saber dela por três meses, três longos meses de diversão que tinham um único
propósito: esquecê-la.
Não sabia se ela tinha encontrado outra pessoa. Só de pensar nessa possibilidade seu coração gritava de dor. Imaginar outro cara fazendo carinho em seu rosto delicado, fazendo-a sorrir e rir, programando um futuro juntos, um futuro que ele perdera por mera bobagem.
Não! Ela ainda tinha que ser dele. Tinha! não seria mais nada sem . E nunca fora nada sem .
Ele precisava lutar.
Sem pensar duas vezes, levantou da cama indo direto para o chuveiro. Tomou um banho rápido e vestiu sua calça jeans escura e uma blusa azul qualquer. Pegou a chave do carro em cima da mesa do computador e em poucos segundos estava embargando no banco do motorista.
I swear now I can't take it, knowing somebody's got my baby and now you ain't around, baby I can't think
(Eu juro que agora eu não posso aguentar, sabendo que alguém tem o meu bebê e agora você não está por perto, baby, eu não posso pensar)
Estacionou o mais rápido que pode em frente a casa dela. Saiu do carro e correu em direção a porta, não se importando que ainda fosse cedo demais para uma visita. Tocou a campainha, não tendo resposta. Será que ela estava em casa? Outro homem dormia com ela? Esse pensamento só fez voltar a aperta o botão e não soltá-lo, fazendo o barulho irritante soar pela rua. Socou e chutou a porta, desesperado. Por que ela não abria?
Should a put it down? Should a got that ring? Cuz I can still feel it in the air, see her pretty face run my fingers through her hair.
(Deveria ter feito? Deveria ter comprado aquele anel? Porque eu ainda posso sentir isso no ar, ver seu rosto lindo, correr meus dedos por seu cabelo.)
- O que você está fazendo? - ouviu uma voz delicada e, ao mesmo tempo, surpresa falando atrás de si.
Se vira, sorrindo para a linda garota, que estava com o rosto sério e com sacolas em mãos. "Uffa, pelo menos não tem outro cara com ela", isso foi a primeira coisa que lhe veio a cabeça.
O que ele diria agora? Que estava desesperado? Ela o mandaria embora? Ele não aguentaria ser chutado, não aguentaria mais ficar longe dela.
- , eu te fiz uma pergunta! - ela fala passando por ele e tomando o cuidado para não encostar seu corpo ao dele. Ela saberia o que viria a seguir, caso isso acontecesse.
- Eu preciso de você - disse de repente, sentindo seu coração na garganta. - Durante todo esse tempo... Eu senti saudade, preciso de você, .
As pernas dela travaram e seus olhos se arregalaram. Ela ouviu bem ou estava ficando louca? Ele precisava dela?
My lover, my life, my shawty, my wife. She left me, I'm tied, cuz I knew that it just ain't right
(Minha amante, minha vida, minha gata, minha esposa. Ela me deixou, eu estou amarrado, porque eu sabia que simplesmente não está certo)
- Podemos conversar? - ele pediu se aproximando, tocando no braço dela. respirou fundo, baixando os olhos para o lugar onde ele tocava. Sua pele formigava e estaria queimando se não fosse pelo casaco. Ela voltou seus olhos para os dele, assentindo. - Obrigado - ele disse sorrindo sem mostrar os dentes.
Ela retribui o sorriso, dando passagem para ele adentrar. Entraram na casa em silêncio e ele seguiu até a cozinha, onde ela pôs as compras em cima do balcão. observou a agitação dela, e esperou pacientemente até que ela se voltasse para ele. Ela demonstrava estar tão nervosa quanto ele.
When I be ridin man I swear I see her face at every turn, tryin to get my usher over, I can let it burn and I just hope she notice she the only one I yearn for. Oh I miss her when will I learn?
(Quando eu estou dando um rolê, cara, eu juro ver o rosto dela por todo o canto, tentando apagar tudo, eu posso deixar doer e eu só espero que ela perceba que ela é a única que desejo. Oh eu sinto falta dela, quando vou aprender?)
Quando terminou de arrumar tudo, se encostou na bancada, de frente pra . Tantas coisas se passavam na sua cabeça, tantas perguntas... Por que ele estava ali depois de três meses? E por que se sentia tão vunerável depois de tudo que ouviu e sentiu? Sabia que ainda era apaixonada por ele, mas não pensou que o sentimento continuaria tão forte depois de ser tão magoada.
Didn't give her all my love, I guess now I got my payback, now I'm in the club thinking all about my baby
(Não dei à ela todo o meu amor, eu acho que agora eu tenho o meu retorno. Agora estou na balada pensando tudo sobre meu bebê)
- Apenas me deixe falar, ok? - ele pediu antes que ela abrisse a boca, não querendo ser interrompido quando começasse. Era agora ou nunca. deu de ombros, esperando que ele continuasse. passou a mão pelos cabeços ainda úmidos, suspirando. O discurso que pensava durante o caminho até ali estava perdido, ele mal sabia por onde começar. - Naquele dia que você foi lá em casa as coisas aconteceram muito rápido. Eu fiquei com raiva de ser posto contra a parede e te disse coisas horríveis. - respirou fundo, tentando ter coragem pra continuar a falar tudo que estava
entalado em sua garganta. - Eu sei que foi errado, sei que te magoei. Eu próprio me magoei e o pior de tudo é que eu não queria me convencer disso. Percebi a burrada que eu tinha feito assim que aquelas palavras sairam de minha boca. O que eu poderia fazer a respeito? Eu te queria, mas estava com medo de dar errado, com medo de fazer alguma coisa errada! Estava com medo de me prender a uma única pessoa, com medo de me prender a você! Só que o que eu não sabia era que eu já estava preso! Acredite quando eu digo tudo isso, , pois é a mais pura verdade.
Hey, she was so easy to love, but wait, I guess that love wasn't enough
(Hey, ela era tão fácil de amar, mas espere, eu acho que o amor não foi suficiente)
- Eu te amo. Te amo muito. Demais! De uma maneira como nunca amei nenhuma mulher. Eu quero você, , só você. Quero acordar todos os dias com seus beijos e fazer amor com você a qualquer hora do dia, em qualquer lugar. Me perdoa!
- , eu... - ela tentou falar, mas foi mais rápido, a pegando pelo braço, encostando os corpos. tremeu quando sentiu a respiração dele próxima, os olhos fixos nos dela, as mãos dele em sua cintura. Estava
difícil pensar direito. - Não é tão fácil assim...
- Eu sei que não é, mas eu te amo, eu quero recuperar esses meses perdidos, me redimir, você não vê? Eu não sou nada sem você! Eu prometo que nunca mais vou fazer algo que te machuque. Por favor, não me peça para ir embora, se o que eu mais quero é ficar aqui.
If you ever loved somebody put your hands up, if you ever loved somebody put your hands up and now they're gone and you wish you could give them everything
(Se você já amou alguém coloque as mãos para cima, se você já amou alguém coloque as mãos para cima e agora eles se foram e você gostaria de dar-lhes tudo)
Ela sorriu, segurando o rosto dele, encantada pelas palavras de . Ele disse que a ama! Finalmente ele disse! Aquilo era muito melhor do que em seus sonhos.
- Eu também te amo, bobinho - disse, selando seus lábios.
I said, if you ever loved somebody put your hands up, if you ever loved somebody put your hands up and now they're gone and you wish you could give them everything
(Eu disse, se você já amou alguém coloque as mãos para cima, se você já amou alguém coloque as mãos para cima e agora eles se foram e você gostaria de dar-lhes tudo)
Fic inspirada na música "Just A Dream", do Nelly!
N/A: Weee! Mais uma fic postada e novamente feita especialmente pro especial do DS! *-* Estou tão feliz de ter saído mais um fic minha o/
E então, o que acharam? Me contem tuuudo! Quero muito saber, estou completamente nervosa!
UVA & NAT, O COMENTÁRIO DE VOCÊS É OBRIGATÓRIO NESSA CAIXINHA OK? Se não eu mato vocês duas na próxima fic /esgana
Uva, me diga o que achou da fic! Eu achei essa mil vezes melhor que a do ano passado... Enfim! E ah, eu acho que a Tiff anda aprontando alguma, por que eu te peguei de novo... Sabe como é, às vezes ela não gosta de você e quer que você ganhe uma ficzinha ruinzinha e tals... Uma dica de amiga? Fica de olho! HAHA
Nat! Meu deus, nem sei o que falar! Você tá sempre me apoiando com minhas ideias malucas, me incentivando muuuito a escrever alguma coisa! Saiba que tudo o que comecei esse ano foi pensando "Ah, essa fic vou dar de presente pra Nat!" Desculpa se ainda não rolou, mas não é tão fácil assim escrever... Mas fica tranquila, eu ainda pretendo dar muitas fics pra você ok? A sua de aniversário, Natal e todas as datas comemorativas possíveis! Sem contar que você seeeeempre me atura quando eu preciso desabafar! Quero dedicar também a fic à você, mesmo que eu não tenha te pego no do ano passado e nesse! A fic é pra você também, ok? Espero que tenha gostado!
Amo vocês! <3
Mylla! Deus, eu nem sei o que dizer! Essa fic não seria nada sem a sua ajuda, sério mesmo! Muito obrigada por tuuudo! Você foi um amor me ajudando em um dia completamente sem inspiração! Conte comigo sempre, ok? *-* Te devo a minha vida! :D