Diary of a Bad Girl Became Good

Fiction por Van Bernardo - Betagem por Tiffannyk

Indice: [1] @


Capítulo Único


Meu querido diário - o que acabei de escrever?
Meu nome é . Não sou uma boa garota. Sou mais como uma garota má se tornando boa.
Bem, estou essas baboseiras por que eu tinha duas opções terapeuta ou detenção. Depois da primeira sessão com a Dra. Sulivan pensei seriamente se poderia voltar atrás e escolher a detenção não haveria como encontrar frequentemente Garrett.
Garrett Daniel Nickelsen. O motivo pelo qual estou colocando meus sentimentos nesse suposto diário. Dra. Sulivan disse que tenho problemas em expressar o que sinto. Talvez seja verdade pra ela escolher esse método infantil para ela compreender como cheguei à terapia.
Então começarei...
Vi Garrett pela primeira vez numa noite à distância no metro com seus óculos escuros. Putz. Por que alguém usa óculos escuros a noite num metro? Wherever. Naquela noite não trocamos uma palavra, pois devo ter assustado ele quando dei uma surra num infeliz que me importunava. Eu pude sentir o peso do seu olhar por trás daqueles óculos enquanto eu descia na minha estação. Senti algo por dentro que não consigo explicar.
Em razão do meu mal comportamento fui expulsa do outro colégio, ou seja agora teria de me adaptar a outro quase no fim do semestre. Como se me preocupasse muito com isso. Eu passava mais tempo dormindo ou encanando aula com do que pensando no que outros achavam ou esperavam de mim.
No meu primeiro na HGS quando cheguei em sala de aula a primeira pessoa que vi sem dupla foi justo o garoto dos óculos escuros...Garrett. Prof. Sykes manda me sentar com ele. Quando me aproximo dele e vejo seus olhos mel quase dourados senti novamente a sensação estranha do metro dessa vez cheguei a ficar sem ar.
- Prazer Garrett Nickelsen.
- ? respondi friamente logo abaixando a cabeça na carteira para esconder aquela sensação idiota do tipo Bella Swan e Edward Cullen.
Não trocamos uma palavra até o Prof. Sykes que era muito rígido e vistoriava os alunos sem livro para puni-los. Garrett tentou me “acordar”, mas o ignorei, ele passou o livro dele para minha carteira e foi para a lousa com os outros alunos “convocados” para serem educados a là mode Sykes. Não entendi absolutamente nada.
Mais um dia de aula. Dessa vez me envolvi em uma briga com umas alunas que se esnobavam. Depois de dei uma lição líder das dondocas e restante correu diante de todos inclusive Garrett que observou com aqueles lindos olhos assustados. Ignorei e fui para o banheiro para fumar em paz.
Quando o sinal tocou para todos voltarem para a sala de aula cruzei com Garrett no corredor bebendo uma soda na janela. Ele fez um gesto educado me oferecendo o refri, mas finji que não vi, quase cedi aquela carinha de cachorrinho sem dono para ver o brilho daqueles olhos. Eu não queria admitir, mas sabia que estava me... apaixonando.
Outro dia de aula e como sempre a punição là mode Sykes iluminaram nosso dia e repetindo a novela Garrett é punido propositalmente no meu lugar, porém dessa vez observei ele atentamente e antes de se levantar Garrett sorriu tão docemente para mim que eu não tinha mais dúvidas... eu estava apaixonada e sabia que era recíproco.
Não podia mais evita-lo depois do último sinal esperei por Garrett na saída da sala. Ele me ignorou. Quem era ele para me ignorar? Arrastei-o pelo pescoço para sairmos do colégio. Vamos para o parque e conversamos até o entardecer.
Descobrimos o quanto tínhamos em comum tirando o lance de zumbis e X-BOX não tinha o queixar. Principalmente sobre música e estava decidida a evoluir de status de namorado delinqüente à músico. Sim, músico Garrett é baixista da The Maine, banda que ele tem com os amigos.
Poucos dias depois surpreendi Garrett na aula do Prof. Sykes quando ele se preparava para passar o livro no último instante jogo meu livro em cima da mesa. Ele me lançou o sorriso mais lindo do mundo que ele já havia dado desde que o conheci. Desde então nos tornamos inseparáveis. Passávamos tanto tempo juntos que esqueci que eu ainda tinha um namorado. Mas não se esqueceu de mim.
Esperava ansiosamente por Garrett ele nunca se atrasava. Achei estranho, mas quando vejo-o passar pela porta de cabeça baixa minha feição luminosa muda radicalmente ao notar os hematomas no rosto dele. Eu perguntava o que havia acontecido e ele se fazia de desentendido. Até que depois de muito persistir ele fala que na noite anterior nos viu juntos e eu dar um beijo no rosto de Garrett na frente da minha casa aparentemente ficou possesso de ciúmes e encurralou-o na esquina próxima de minha casa.
Quando íamos embora estava com sua gangue no estacionamento do colégio. Fui ferozmente ao encontro dele e lhe dei um tapa daqueles. Ele se fez vítima e apenas riu da situação com os amigos enquanto eu e Garrett nos distanciávamos deles e fomos passar por mais uma tarde juntos como se nada tivesse acontecido.
No dia seguinte durante a aula do Prof. Sykes. invadiu a sala com sua trupe e armou uma algazarra ameaçou a todos caso eu não fosse embora com ele. Para não causar mais problemas para Garrett cedi e fui com . Garrett tentou evitar, mas não havia o que fazer.
Depois de alguns dias sem ir às aulas pedi licença do colégio para evitar problemas a todos. e sua gangue me arrastaram pra Sinnuccas com ele. Quando de repente Garrett aparece e banca um de valentão pra cima de . Uma das coisas mais lindas e idiotas que alguém já fez por mim. Especialmente vindo de Garrett.
Como conseqüência da impulsividade de Garrett, ele acaba mais machucado do que frango em galinha em briga de galo. Eram tantos sentimentos a flor da pele que eu não sabia o que fazer, acabei expulsando Garrett e mandei ele virar vapor da  minha vida. Sabia que aquilo não era bom para “nós” , mas era o certo naquele momento.
não era de levar desaforo pra casa e mesmo Garrett ouvindo minhas orientações. Garrett não ficou de fora da lista de principalmente de seu radar que armou uma emboscada para ele, dando uma surra em Garrett em Garrett com as próprias mãos sem nenhum dos seus capangas era tanta raiva que ele tinha de Garrett que ele nunca havia sentido por nenhum de seus desafetos.
Voltei da licença do colégio e deparei com a situação deplorável em que encontro Garrett no pátio. Percebi que brigar contra meus sentimentos e me afastar de Garrett foram as piores decisões que havia feito. Houve um momento que nossos olhares se encontraram e as únicas palavras ditas foram de Garrett : “ Brigamos por tudo que nós queremos. Estamos juntos. Te amo
Nos declaramos com apenas um olhar após partir o abraço, nossas bocas ficaram a milímetros de distancia nossos lábios se aproximaram lentamente até que finalmente senti o gosto doce  e macio dos lábios de Garrett nos meus e selamos um beijo longo e intenso que nenhuma cena de filme ou série poderia ser capaz de descrever.
Deixei Garrett com a lembrança do nosso beijo e fui atrás de no Sinnuccas para dar um fim ao nosso namoro. Mas as coisas não saíram como planejei. não foi receptivo com a minha decisão e sempre foi adepto da força bruta como resposta do que lhe agradava.
Quando percebi que ele avançou na minha direção me defendi com um taco de sinuca que peguei da mesa ao lado, os amigos de também vinham na minha direção e bem... eu precisava me defender. Destruímos mais da metade do Sinnuccas com aquela briga. A policia chegou a tempo de me flagrar e me condenarem a detenção como não era minha primeira ocorrência. Graças a . Mas sempre há “poréns” e a detenção foi aliviada onde surgiu a opção da terapeuta como citei no inicio.
Uma das provas que superei os problemas com expressão de sentimentos
TE AMO GARRETT!


Ficou claro para todos?



N/A: OMG! Segundo ano consecutivo hein, Dana! Onde já se viu? Isso é assombração da continuação da fic do AS anterior que estou dívida com você :/ Não esqueci dela... Mas espero que você curta ^^ One blowin? of kisses J By:Van


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